O Município de Barcelos foi distinguido, no passado dia 7 de outubro, na 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros, com o projeto “BarcElos d’Abrigo”, na área do Apoio Social, subcategoria “Combate à Exclusão Social”. A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e contou com a presença do vereador da Câmara Municipal de Barcelos, José Paulo Matias, responsável pelo pelouro da Ação Social.
Na ocasião, José Paulo Matias destacou a importância deste reconhecimento, que reflete o trabalho desenvolvido pelo Município e pelas entidades parceiras no apoio às pessoas em situação de maior vulnerabilidade social. O vereador sublinhou ainda a necessidade de continuar a apostar em respostas de proximidade, assentes numa intervenção articulada entre instituições, que promovam a inclusão social, a autonomia e a dignidade humana.
A distinção assume particular significado num dia como hoje, 10 de outubro, em que se assinala o Dia Mundial da Pessoa em Situação de Sem-Abrigo, reconhecendo o trabalho desenvolvido pelo Município na promoção da inclusão social e na criação de respostas que garantam condições de vida dignas às pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Entre agosto de 2023 e dezembro de 2025, a Equipa BarcElos d’Abrigo acompanhou 249 pessoas, tendo contribuído para a alteração da condição de sem-abrigo de 149 pessoas e para a integração de 43 pessoas em situação crónica de sem-abrigo. Através de uma ampla rede de parceiros, foram ainda asseguradas mais de 2000 prestações gratuitas de bens e serviços.
Assente numa intervenção de proximidade, humanizada e individualizada, a equipa desenvolve um acompanhamento continuado, procurando respostas nas áreas da habitação, saúde, proteção social e integração profissional, com o objetivo de promover a autonomia e a reconstrução de projetos de vida.
Neste Dia Mundial da Pessoa em Situação de Sem-Abrigo, o Município de Barcelos reafirma o compromisso de continuar a desenvolver respostas sociais que coloquem as pessoas no centro da intervenção, sob o princípio de que ninguém deve permanecer na rua por ausência de respostas.




